http://lousadigital.blogspot.com/
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Esse infográfico foi uma dica da professora @mtonus .Como sabe que gosto muito dessa forma de comunicação, ela "mata" - regularmente e bem - minha sede por infográficos. Agradeço.Para ampliar, clique na imagem.
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Convido a todos para asssitirem à transmissão online do debate que marcará o lançamento do Grupo de Estudos na Cultura Digital.Tema: “Educar na Cultura Digital: Geração Y, cibercultura e mudanças de comportamento.” Participantes: Léa Fagundes – Docente no programa de Pós-Graduação Informática na Educação/UFRGS, Coordenadora de pesquisa no Laboratório de Estudos Cognitivos (LEC/UFRGS) e Assessora do Ministério da Educação. André Lemos @andrelemos– Coordena o projeto de pesquisa do CNPQ – Grupo de Pesquisa e Cibercidade. Membro Fundador da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura atua na área de comunicação e tecnologia, com ênfase em Cibercultura. Rodrigo Nejm @safernet– Psicólogo e Diretor de Prevenção da Safernet Brasil, responsável pela criação de materiais pedagógicos e cursos para prevenção aos cibercrimes contra os Direitos Humanos no Brasil.
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O Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital foi criado para apoiar educadores interessados em trocar experiências e debater com colegas de todo o Brasil sobre os desafios que as inovações tecnológicas da atualidade trazem para o cotidiano de ensino e aprendizagem na escola.O uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na educação é um tema emergente no mundo todo. Professores, acadêmicos e gestores dos mais variados países cada vez mais se dedicam a estudar formas de aproximar a escola das constantes inovações da sociedade provocadas pela era digital.Se hoje a Internet não é mais uma rede de computadores, mas sim uma rede de pessoas, formar o cidadão do século XXI para as competências e habilidades que emergem de novas práticas sociais mediadas por dispositivos eletrônicos tornou-se o grande desafio para a educação.* Como formar pessoas com capacidade crítica e criativa para o mundo atual?* Como ensinar a capacidade de viver uma vida digna, responsável, produtiva, sustentável e saudável em um mundo globalizado?* Como tornar os alunos conscientes de seus direitos e deveres preparados para aprender durante toda a vida?* Como garantir o respeito à diversidade, compartilhando e produzindo conhecimento e cultura em um mundo impregnado por múltiplos idiomas e tecnologias?Não fique sozinho nessa reflexão!Participe do Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital, um espaço virtual, aberto e gratuito, no qual você vai poder debater ideias, trocar experiências e compartilhar conhecimento!
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1) O Mundo Digital: linha do tempo da evolução tecnológica (foco na passagem da Revolução Industrial à Era Digital)2) A Geração Interativa: quem são, o que anseiam, como se comportam, hábitos, habilidades, competências.3) Aprendizagem na Cultura Digital: pesquisar (análise crítica), comunicar (colaboração e compartilhamento) e publicar (autoria)4) Inovação Pedagógica: diferença entre tecnologia e metodologia, a construção de um novo currículo5) Avaliação em TICs: quais os avanços efetivos para o ensino e a aprendizagemA participação é totalmente gratuita e a inscrição pode ser feita a qualquer momento. INSCREVA-SE !
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As pressões que um educador recebe hoje para que implemente mudanças em sua prática são enormes e partem de vários pontos: dos pais, dos alunos, da própria escola, da sociedade.Enfim, há um clamor público para que a escola mude, esteja mais conectada ao mundo, no caso, ao mundo digital. E é senso comum que o ator principal para iniciar essa mudança seja o professor.Entretanto, fazer essa mudança não tem se mostrado uma tarefa simples: via de regra, o que vemos é o professor trabalhando de uma maneira ainda resistente a uma incorporação efetiva, inovadora, dos recursos que as novas tecnologias da informação e da comunicação oferecem.Os motivos são vários, complexos e até compreensíveis: muitas vezes, o professor até tem uma atitude positiva em relação à tecnologia, mas, na prática, acaba muitas vezes reproduzindo modelos didáticos tradicionais, influenciado fortemente por sua concepção original do processo ensino-aprendizagem.Há uma frase- de que gosto muito – que pode ilustrar bem um comportamento comum a muito professores ainda hoje, e que também torna a adesão a essas “novidades” um pouco mais difícil:"Os professores preocupam-se, muitas vezes, demasiadamente com as aulas do dia seguinte, com o que se passa “dentro do barco”, e esquecem-se de perspectivar o futuro, de tentar descobrir “a rota do barco”.
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Compartilho aqui com vocês a opinião de Manuel Castells, sociólogo espanhol, veiculada em recente entrevista a Juan Cruz, do jornal El País.“...a internet é nosso contexto de comunicação, é o que temos, é o que vivemos, não é uma coisa estranha, é como pensar como vivemos com eletricidade. Nem pensamos nisso. Para os jovens de 20 anos, para não falar das crianças de cinco anos, o mundo é a internet. Não se concebe outro mundo que o da internet. A questão da pouca familiaridade com a internet se resolve quando a minha geração desaparecer.”Para pensar bem...
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